Cientistas identificaram que uma das causas da perda auditiva congênita está relacionada com alterações no gene que codifica a síntese da proteína Conexina 26. Essa substância é fundamental para que as células da cóclea permaneçam saudáveis, captem o som e enviem a informação para o cérebro.
Essa alteração gênica é transmitida como uma herança autossômica recessiva monogênica. A imagem a seguir ilustra a genealogia com os fenótipos para essa característica em uma família.

Nessa população, uma a cada 25 pessoas é heterozigótica para essa característica, ou seja, não é afetada pela surdez, pois para ser afetado o indivíduo necessariamente precisa ser homozigoto recessivo.
A probabilidade do indivíduo IV-1, indicado pela seta, manifestar esse tipo de surdez é de