A integração dos resultados da audiometria tonal e da
imitanciometria permite caracterizar o tipo de perda auditiva e
levantar hipóteses quanto à sua origem. Em determinada avaliação,
observam-se limiares de via aérea rebaixados entre 45 e 65 dBNA
e limiares de via óssea entre 10 e 15 dBNA. A imitanciometria
evidencia curva timpanométrica tipo B, com volume equivalente
do meato acústico externo reduzido. Considerando esse conjunto
de achados, a interpretação mais compatível é: