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A situação de desigualdade social, as violências e o não acesso à proteção social são dados de realidade das famílias atendidas pelo assistente social no campo sociojurídico, os quais compõem o estudo social, cujo conteúdo é expresso em relatório ou no laudo social. O diagnóstico socioterritorial corrobora para o conhecimento acerca dos vínculos sociais presentes (ou ausentes) na trajetória das famílias, na sua relação com o trabalho, a cidade, o território e com as políticas sociais. Ao discorrer sobre o diagnóstico socioterritorial, Koga (2014) diz tratar-se de conhecer o local de ocorrências, mas também de reconhecer o território de vivência, o acontecer cotidiano, capturando as dinâmicas presentes na realidade estudada, ou seja,
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Atravessam o cotidiano político-institucional nos tribunais, processos envolvendo sujeitos cujas trajetórias são marcadas pela negação de direitos fundamentais. Em se tratando de crianças e adolescentes, apesar do amplo conjunto de legislações sociais, asseguradoras de seus direitos, constata-se a intensificação de procura por decisões no âmbito judicial envolvendo esse segmento. De acordo com Fávero (in FÁVERO [Org.], 2020), tais demandas se expressam basicamente em duas direções: por meio de institucionalizações, responsabilizações e punições de crianças e adolescentes, jovens e famílias; e também pela busca individual do acesso a direitos fundamentais, quando não assegurados pelo Estado. Assim sendo, na relação entre a proteção integral e a desproteção social se processa a denominada
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A tomada de decisões em todas as atividades, como na realização de estudos sociais, socioeconômicos, entre outros, é própria do exercício profissional. A decisão profissional decorre de avaliação, que remete à valoração e, por sua vez, sustenta normas e regras reguladoras da vida social. Conforme afirma Raichellis (2020), o enfrentamento do cotidiano profissional supõe mais do que a realização de rotinas institucionais, cumprimento de tarefas burocráticas ou a simples reiteração do instituído. Ele envolve o assistente social como intelectual capaz de desvendar criticamente a realidade e os processos de trabalho no contexto
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Embora o Serviço Social tenha sido regulamentado como profissão liberal no Brasil, o assistente social exerce seu trabalho majoritariamente como assalariado de instituições públicas ou privadas, que operacionalizam políticas e programas sociais. Sendo estes profissionais assalariados, sua força de trabalho transformada em mercadoria entra em ação por meio dos meios e instrumentos de trabalho que, não sendo propriedade desses trabalhadores, devem ser colocados à disposição pelos seus empregadores institucionais. Nos diferentes espaços sócio-ocupacionais que demandam essa capacidade de trabalho especializada, esse processo subordina o exercício profissional
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A introdução da Seguridade Social na Constituição Federal significou um avanço nas políticas sociais de Saúde, Previdência e Assistência Social, porém, esse sistema não se materializou completamente, permanecendo inconcluso. Seguiu-se uma tendência geral de restrição de direitos, pautada pelo ideário neoliberal, implementado pela focalização das políticas sociais; pela descentralização, como mera transferência de responsabilidades para instituições privadas; e pela privatização, que gera uma dualidade entre os que podem e os que não podem pagar pelos serviços, no mesmo passo em que propicia um nicho lucrativo para o capital, designada por alguns autores como
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Há um vínculo estrutural entre o surgimento do Serviço Social no Brasil e a implementação centralizada das políticas sociais por meio da intervenção estatal. Esse primeiro momento implicou uma leitura tecnocrática de política social pelo Serviço Social, funcional à modernização autocrática-burguesa, própria do período. A crise do regime político proporcionou abertura de espaço para segmentos mais críticos no meio profissional, que, de início, trataram lateralmente o tema da política social. Com a compreensão da dimensão política da atuação dos assistentes sociais é que cresce o debate crítico, qualificado e acadêmico sobre a relação entre a profissão e as políticas sociais e sobretudo pela interlocução social ampla e profícua com
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Em se tratando dos fundamentos técnico-operativos do Serviço Social, é correto afirmar que os instrumentais concretizam o percurso teórico-metodológico e traduzem a direção e a postura investigativa da prática profissional. O lugar que o profissional ocupa na organização das instituições e a própria natureza dessas instituições contribuem para que a potência da herança conservadora persista no exercício profissional. O atendimento de uma demanda social, materializada no corpo de um processo judicial, de modo particularizado, coloca em evidencia, em primeiro plano, a questão jurídica, em detrimento da leitura da expressão da questão social que a gerou. Como afirmam Terra e Azevedo (2018), se a leitura da totalidade não é realizada, a direção do trabalho profissional, materializada no saber-poder que os instrumentos técnico- -operativos exprimem, tenderá a reproduzir visões
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Os primeiros fundamentos éticos do Serviço Social foram de inspiração neotomista, positivista e demais referências tradicionais que acentuavam uma análise da realidade e intervenção profissional na perspectiva conservadora. Ao longo da trajetória da profissão, valores democráticos-liberais e princípios do pluralismo introduziram pequenas mudanças na formação e no posicionamento ético-profissional dos assistentes sociais. Mas, a ruptura com o conservadorismo ético, de tendência legalista, conforme afirma Barroco (2012), só foi evidenciada com o Código de Ética de 1986 que, como produto de um processo coletivo de deliberação, colocou-se como parte de um projeto profissional articulado a
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O Código de Ética do assistente social é orientado por referências teóricas, filosóficas, por valores e finalidades fundamentadores do projeto profissional historicamente construído; seu adensamento político depende do avanço de sua base de sustentação ideopolítica, a saber, a organização da classe trabalhadora e dos movimentos contra-hegemônicos da sociedade. Para fortalecer o projeto ético-político, é necessária a reunião de esforços para o enfrentamento das adversidades presentes no cotidiano profissional e na vida social sem que se perca o vínculo com essa base social. Esse processo requer um trabalho de organização política, de construção de uma contraideologia no âmbito da profissão, ou seja, um trabalho de natureza
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- EscritórioMicrosoft OfficeExcelVersões do ExcelExcel 365
- EscritórioMicrosoft OfficeExcelFórmulas e Funções do Excel
A planilha exibida a seguir foi elaborada por meio do MS-Excel 365, em sua configuração padrão.
| A | B | C |
1 | 1 | 2 | 3 |
2 | 2 | 5 | 4 |
3 | 3 | 4 | 3 |
4 | 1 | 1 | 2 |
5 |
Ao preencher a fórmula =MAIOR(B1:C4;A3) na célula A5, esta apresentará o resultado
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