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Foram encontradas 40 questões.

3406225 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
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Uma criança com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) está sendo acompanhada por um fonoaudiólogo em Queimadas, PB. A criança apresenta dificuldades em iniciar e manter interações sociais e tem um repertório verbal limitado. Considere as afirmativas abaixo:

1. A intervenção deve focar exclusivamente no desenvolvimento da comunicação funcional, utilizando abordagens como a Análise do Comportamento Aplicada (ABA) para incentivar a interação social.

2. A privação sociocultural pode exacerbar os déficits comunicativos em crianças com TEA, aumentando a necessidade de intervenção precoce e intensiva.

3. A introdução de sistemas de comunicação aumentativa e alternativa (CAA) não é recomendada para ampliar as oportunidades de comunicação da criança, mesmo que seja verbalmente limitada.

4. A terapia fonoaudiológica deve incluir a sensibilização sensorial, visando melhorar a resposta da criança a estímulos auditivos e visuais durante a comunicação.

5. A integração de estratégias de reforço positivo é fundamental para promover o uso espontâneo da linguagem em contextos sociais.

Alternativas:

 

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3406224 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
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Um paciente com distonia cervical procura o fonoaudiólogo devido a dificuldades na produção de fala clara. O paciente apresenta espasmos involuntários que afetam o controle das cordas vocais e a articulação da fala.

Considere as afirmativas abaixo:

1. A disortia pode ser causada por distúrbios neurológicos que afetam os músculos envolvidos na articulação da fala, resultando em distorções fonéticas.

2. A terapia pode incluir técnicas de relaxamento muscular e controle respiratório para reduzir o impacto dos espasmos na produção vocal.

3. O uso de dispositivos de comunicação aumentativa e alternativa (CAA) pode ser necessário para pacientes com distonia severa que compromete a inteligibilidade da fala.

4. A intervenção farmacológica com toxina botulínica pode ser considerada como um tratamento adjuvante para reduzir os espasmos vocais em casos graves.

5. A intervenção fonoaudiológica deve focar na adaptação de estratégias compensatórias para maximizar a eficácia da comunicação, mesmo em casos de distonia persistente.

Alternativas:

 

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3406223 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
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Uma professora de Queimadas, PB, procura atendimento fonoaudiológico devido a dificuldades vocais que começaram há seis meses. Ela relata cansaço vocal, rouquidão persistente e perda de voz ao final do dia. O fonoaudiólogo deve identificar a etiologia da disfonia e propor uma abordagem terapêutica adequada. Considere as afirmativas abaixo

1. A disfonia pode ser resultado de abuso vocal, que leva a lesões como nódulos vocais, comuns em profissionais que utilizam a voz excessivamente.

2. A terapia vocal deve incluir técnicas de higiene vocal, como hidratação adequada, repouso vocal e redução de comportamentos prejudiciais, como gritar ou sussurrar.

3. A fonoaudiologia deve priorizar o fortalecimento das pregas vocais através de exercícios de emissão vocal de alta intensidade para prevenir a recorrência da disfonia.

4. A avaliação por videolaringoestroboscopia é fundamental para diagnosticar alterações nas pregas vocais e direcionar o tratamento.

5. A intervenção deve incluir o recondicionamento vocal, com exercícios que promovem a economia de esforço durante a fala.

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3406222 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
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Um fonoaudiólogo está tratando uma criança com apraxia de fala, caracterizada por dificuldades na programação dos movimentos necessários para a produção dos sons da fala. A intervenção deve ser planejada com base na natureza do distúrbio. Considere as afirmativas abaixo:

1. A apraxia de fala em crianças é uma condição neurológica que afeta a habilidade de planejar e programar os movimentos articulatórios, sem comprometimento muscular ou neuromuscular.

2. A intervenção deve focar em repetição massiva de palavras e frases para ajudar a criança a internalizar os padrões motores necessários para a fala.

3. O uso de estímulos visuais e táteis pode ser eficaz para melhorar a precisão da produção fonêmica em crianças com apraxia de fala.

4. A reabilitação deve priorizar o trabalho em sons isolados, antes de avançar para combinações mais complexas, como sílabas e palavras.

5. A melhora na inteligibilidade da fala é frequentemente lenta e requer intervenções prolongadas e intensivas.

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3406221 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
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Um paciente em Queimadas, PB, apresenta disartria decorrente de esclerose lateral amiotrófica (ELA). O fonoaudiólogo é responsável por implementar um plano de manejo adequado para essa condição progressiva. Considere as afirmativas abaixo:

1. A disartria associada à ELA envolve a degeneração dos neurônios motores, resultando em fraqueza muscular e articulação imprecisa dos fonemas.

2. A intervenção deve incluir exercícios de fortalecimento muscular intensivo para retardar a progressão da fraqueza e melhorar a articulação.

3. A comunicação alternativa pode ser necessária à medida que a doença avança, para substituir a fala conforme a capacidade articulatória diminui.

4. A terapia fonoaudiológica deve priorizar a clareza da fala, utilizando técnicas de exagero articulatório e pausas para melhorar a inteligibilidade.

5. O uso de dispositivos de amplificação vocal pode ser considerado para compensar a fraqueza dos músculos respiratórios e facilitar a produção de fala audível.

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3406220 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
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Uma criança com paralisia cerebral não verbal em Queimadas, PB, está sendo avaliada para a introdução de um sistema de comunicação alternativa. A família está preocupada com a possibilidade de que o uso desse sistema impeça o desenvolvimento da fala.

1. A introdução precoce de sistemas de comunicação alternativa pode, na verdade, apoiar o desenvolvimento da fala ao proporcionar um meio imediato de comunicação.

2. A escolha do sistema de CAA deve ser baseada na avaliação das capacidades cognitivas e motoras da criança, assegurando a adequação e a eficácia do sistema.

3. Dispositivos de comunicação de alta tecnologia são recomendados para todas as crianças não verbais, independentemente de suas habilidades motoras.

4. A reavaliação periódica do sistema de CAA é necessária para garantir que ele continue a atender às necessidades comunicativas da criança conforme ela se desenvolve.

5. A comunicação alternativa deve ser utilizada em conjunto com outras formas de intervenção fonoaudiológica para estimular o desenvolvimento da linguagem oral, quando possível.

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3406219 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
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Um fonoaudiólogo está desenvolvendo uma estratégia de comunicação alternativa para um paciente com afasia global em Queimadas, PB. O paciente tem severas dificuldades em compreender e expressar a linguagem verbal. Considere as afirmativas abaixo:

1. A comunicação aumentativa e alternativa (CAA) deve ser integrada ao tratamento, utilizando sistemas de símbolos gráficos para facilitar a comunicação.

2. A escolha dos dispositivos de CAA deve considerar as habilidades motoras do paciente, garantindo que ele possa manipular o dispositivo de forma eficaz.

3. A introdução de dispositivos de alta tecnologia, como tablets com software de comunicação, é preferível a métodos de baixa tecnologia, como livros de comunicação.

4. A capacitação dos familiares para o uso dos sistemas de CAA é essencial para garantir a continuidade da comunicação fora do ambiente terapêutico.

5. A reabilitação deve focar em melhorar a compreensão auditiva antes de introduzir qualquer sistema de CAA.

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3406218 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
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Um paciente com disfagia foi recentemente internado em um hospital de Queimadas, PB, após um AVC. O fonoaudiólogo é chamado para realizar uma avaliação e determinar o plano de tratamento adequado.

1. A videofluoroscopia é um procedimento recomendado para avaliar a fisiologia da deglutição e identificar o estágio específico em que ocorre a disfagia.

2. A reeducação das fases oral e faríngea da deglutição deve ser uma prioridade, utilizando exercícios de fortalecimento e manobras compensatórias.

3. A espessura do líquido ingerido deve ser modificada conforme necessário para reduzir o risco de aspiração em pacientes com disfagia.

4. A terapia com estimulação elétrica neuromuscular (NMES) pode ser utilizada para melhorar a função muscular envolvida na deglutição.

5. A modificação da dieta para texturas mais seguras é uma medida temporária até que o paciente recupere a função de deglutição normal.

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3406217 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
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Um fonoaudiólogo em Queimadas, PB, está desenvolvendo um plano de intervenção para um paciente com apraxia de fala adquirida após um acidente vascular cerebral (AVC). O plano deve considerar os princípios de neuroplasticidade e reabilitação fonoaudiológica. Considere as afirmativas abaixo:

1. A prática intensiva e repetitiva de tarefas motoras de fala pode favorecer a reorganização neural e melhorar a produção dos fonemas.

2. A utilização de pistas auditivas e visuais é fundamental para compensar as dificuldades de planejamento motor e facilitar a produção da fala.

3. A intervenção precoce é crucial para maximizar os efeitos da plasticidade cerebral e melhorar os resultados a longo prazo.

4. A intervenção deve priorizar o treinamento da articulação isolada dos sons, sem focar na fluência ou ritmo da fala.

5. A estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS) pode ser utilizada como adjuvante no tratamento, modulando a excitabilidade cortical para potencializar a recuperação.

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3406216 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
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Um paciente bilíngue que sofreu um AVC apresenta dificuldades com a alternância de códigos (code-switching) entre as duas línguas que fala. O fonoaudiólogo deve considerar os elementos da linguística que influenciam essa capacidade. Considere as afirmativas abaixo:

1. A alternância de códigos ocorre naturalmente em bilíngues e envolve a troca entre línguas dentro de uma mesma conversa, influenciada por fatores como o contexto e a competência linguística.

2. A sintaxe das duas línguas pode interferir na capacidade de alternância de códigos, especialmente em pacientes com lesão cerebral que afeta o processamento linguístico.

3. A análise morfológica das palavras utilizadas nas duas línguas pode revelar padrões de erro na alternância de códigos.

4. A fonologia não tem impacto significativo na alternância de códigos, pois este fenômeno é primariamente sintático e pragmático.

5. A intervenção fonoaudiológica deve focar em treinar o paciente a reconhecer e aplicar corretamente as regras de alternância de códigos para facilitar a comunicação.

Alternativas:

 

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