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O diabetes gestacional é definido como a “intolerância aos carboidratos, de graus variados de
intensidade, diagnosticada pela primeira vez durante a gestação, podendo ou não persistir
após o parto”. No Brasil, a prevalência do diabetes gestacional em mulheres com mais de 20
anos, atendidas no Sistema Único de Saúde, é de 7,6%. O Manual Técnico de Gestação de
Alto Risco do Ministério da Saúde (2012) forneceu orientações quanto ao
diagnóstico/rastreamento correto do diabetes gestacional. De acordo com esse manual,
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A infecção do trato urinário (ITU) na gestante representa a intercorrência clínica mais comum
durante a gravidez, acometendo cerca de 17 a 20% das mulheres. Essa infecção contribui, de
forma significativa, para a morbimortalidade materna e perinatal (RN, 2015). No que se refere
a ITU na gestação, considere as afirmativas abaixo.
I A escolha antimicrobiana deve ser guiada pelo resultado do exame de elementos e sedimentos anormais da urina (EAS). II Cerca de 40% dos casos de ITU não tratados ou tratados de forma inadequada vão evoluir para pielonefrite. III Geralmente, a bactéria mais comumente isolada em pacientes com ITU é a Staphylococcus aureus. IV Encontra-se fortemente associada a outras complicações maternas e fetais, como a rotura prematura de membranas.
De acordo com o Protocolo de Assistência Materno Infantil do Rio Grande do Norte (2015), estão corretas as afirmativas
I A escolha antimicrobiana deve ser guiada pelo resultado do exame de elementos e sedimentos anormais da urina (EAS). II Cerca de 40% dos casos de ITU não tratados ou tratados de forma inadequada vão evoluir para pielonefrite. III Geralmente, a bactéria mais comumente isolada em pacientes com ITU é a Staphylococcus aureus. IV Encontra-se fortemente associada a outras complicações maternas e fetais, como a rotura prematura de membranas.
De acordo com o Protocolo de Assistência Materno Infantil do Rio Grande do Norte (2015), estão corretas as afirmativas
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O processo de Acolhimento com Classificação de Risco (ACR) em Obstetrícia é uma ação de
caráter interdisciplinar e deve ser iniciado com a chegada da mulher no serviço de saúde e
com a identificação da situação, da queixa ou do evento apresentado por ela. De acordo com
o Manual de Acolhimento e Classificação de Risco em Obstetrícia (2014), é atribuição dos
enfermeiros obstétricos, no processo de ACR em obstetrícia,
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A assistência segura e humanizada ao parto e ao nascimento deve ter características
essenciais baseadas em evidências científicas e em direitos. No que concerne à
humanização do parto e do nascimento,
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Em 1996, a Organização Mundial da Saúde estabeleceu o que se entende, desde então, como
boas práticas de atenção ao parto e nascimento. A concepção da OMS a esse respeito
fundamenta-se em evidências científicas, bem como na classificação de condutas obstétricas
no parto normal, segundo critérios de utilidade, eficácia e risco. Com base nesse ideário, uma
prática demonstradamente útil no processo do parto (categoria A) é
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No mundo ocidental, ainda é comum que a mulher permaneça deitada no leito durante o trabalho de
parto, o que facilita o exame físico e as intervenções do profissional de saúde (MONTENEGRO;
REZENDE FILHO, 2017). No entanto, há muito se sabe que a posição supina não é recomendada.
Essa orientação tem como justificativa o fato de que a posição supina
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O texto a seguir serve de referência para responder à questão.
Clinicamente, o estudo do parto analisa três fases principais (dilatação, expulsão e
secundamento), precedidas de estádio preliminar, o período premonitório (pré -parto).
Tende-se a considerar um quarto período, frequentemente ignorado pelo profissional
que presta assistência ao parto. Na realidade, os fenômenos clínicos e mecânicos do
parto compõem uma unidade, completando-se ou se sucedendo em um ritmo que a
contratilidade uterina comanda (MONTENEGRO; REZENDE FILHO, 2017).
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A auscultação dos batimentos cardíacos do feto (BCF) é um procedimento indispensável para
apreciar a vitalidade fetal durante o trabalho de parto. Os ruídos do coração constituem a
única manifestação clínica objetiva de funcionamento do aparelho circulatório do concepto
(MONTENEGRO; REZENDE FILHO, 2017). Considerando a importância da ausculta dos batimentos
cardíacos fetais (BCF), o National Collaborating Centre for Women’s and Children’s Health
(NICE) recomenda que
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Uma secundigesta de 32 anos, com idade gestacional de 38 semanas e 4 dias pela DUM e 39
semanas pela ultrassonografia do primeiro trimestre de gravidez, deu entrada no serviço
obstétrico referindo dor em baixo ventre. Ao exame, constatou-se que ela apresentava
pressão arterial 120X70 mmHg, batimentos cardíacos fetais presentes (148bpm), AU=35cm,
dinâmica uterina=3/30´´/10´. Ao toque vaginal, apresentou o colo fino, centralizado, pérvio
para 5 cm, com formação da bolsa das águas e com perda do tampão mucoso. Tendo como
base o caso apresentado e a avaliação obstétrica realizada na gestante, o diagnóstico
obstétrico é de
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Uma parturiente de 30 anos de idade, com idade gestacional de 38 semanas, pariu por via
vaginal, sem presença de líquido meconial, um recém-nascido (RN) do sexo masculino
pesando 3.100g. A avaliação de vitalidade fetal realizada por pediatra constatou valor de
apgar 9, no primeiro minuto de vida, e 9, no quinto minuto de vida. Considerando o que
preconiza o guia para os profissionais de saúde do Ministério da saúde (2014), a sequência
indicada para os cuidados imediatos a serem prestados na assistência a es se RN é:
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