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Pesquisas recentes vêm mostrando que, embora a queima de combustíveis fósseis, a indústria madeireira e os automóveis levem a fama, a pecuária é a atividade econômica que mais contribui para a emissão de gases que alteram o clima, especialmente devido à intensificação do efeito estufa.
O Brasil, durante a 21ª Conferência das Partes, em 2015, apresentou as Contribuições Intencionais Nacionalmente Determinadas (INDC, na sigla em inglês), com metas de redução de emissão de gases do efeito estufa, concentrando-se em dois setores: energia e reflorestamento, por meio de monitoramento florestal, reflorestamento e manejo de áreas protegidas, além da agricultura de baixa emissão de carbono.
Uma das atividades econômicas mais importantes do município de Itaocara é a agropecuária; com base em pesquisas recentes, pode-se afirmar que o município contribui diretamente para intensificação do efeito estufa.
Os relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática) apontam que a principal consequência da intensificação do efeito estufa é:
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A sustentabilidade ambiental é uma das preocupações centrais de uma agenda global estratégica, com participação do Brasil e de muitos outros países. A Pesquisa de Informações Básicas Municipais – MUNIC, realizada em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, avaliou três importantes instrumentos da gestão ambiental dos municípios, quais sejam: o licenciamento ambiental, o cadastro ambiental rural e a Agenda 21.
Em âmbito municipal, o processo de elaboração da Agenda 21 é feito, inicialmente, com a formalização de um grupo, associação ou coletivo de pessoas, envolvendo poder público e sociedade civil, denominado fórum local. Esses fóruns são ambientes importantes para a construção dos planos de desenvolvimento sustentável, na última fase da implantação da agenda.
Fonte: www.tce.rj.gov.br/documents/10180/57823041/Estudo%20 Socioecon%C3%B4mico
%202016%20-%20Itaocara.pdf - acesso e, 28/03/2018
A Agenda 21 é um documento internacional que foi assinado por mais de cem países na Conferência Ambiental Internacional da Organização das Nações Unidas - ONU que ocorrida:
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Em termos de qualidade da água, o Rio Paraíba do Sul apresenta um ambiente de águas correntes com indicativos de contaminação ambiental do corpo d’água, sendo que um dos responsáveis pela contaminação de ambientes aquáticos é o esgoto doméstico não tratado.

Fonte: Rima UHE Itaocara - http://licenciamento.ibama.gov.br/Hidreletricas/Itaocara/
RIMA/2341%20RIMA.pdf - acesso em 26/03/2018
A imagem acima apresenta um panorama geral dos municípios da área de influência do Rio Paraíba do Sul. Observa-se que quase 80% da população da área rural não dispõem de mecanismo adequado para esgotamento sanitário.
O gráfico indica a distribuição de esgotamento sanitário na Bacia do Rio Paraíba do Sul, principal rio do município de Itaocara.
Os dados apontam que grande parte do esgoto doméstico segue para a rede de esgoto que ainda não conta com tratamento. Dessa forma, há aumento de nutrientes que, quando chegam aos rios:
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Fonte: https://saidaslagunadeaveiro.wordpress.com/tag/teia-alimentar/ acesso em 02/04/2018
As espécies que vivem e interagem em uma área constituem uma comunidade ecológica. Embora cada espécie tenha interações únicas dentro de uma comunidade ecológica, a comunidade como um todo pode ser estudada com base na sua distribuição alimentar. Nessa representação de teia alimentar, cada organismo pode ocupar mais de um nível trófico.
Ao se observar a imagem da teia apresentada, pode-se concluir que o nível trófico no qual é encontrada a maior concentração de energia e o organismo representado no esquema acima, que possui a maior energia são, respectivamente:
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Fonte: https://saidaslagunadeaveiro.wordpress.com/tag/teia-alimentar/ acesso em 02/04/2018
As espécies que vivem e interagem em uma área constituem uma comunidade ecológica. Embora cada espécie tenha interações únicas dentro de uma comunidade ecológica, a comunidade como um todo pode ser estudada com base na sua distribuição alimentar. Nessa representação de teia alimentar, cada organismo pode ocupar mais de um nível trófico.
O nível trófico é:
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A pesca é uma atividade importante na região Norte Fluminense.
Mesmo que muitos pescadores realizem outras atividades, a pesca é fundamental para o seu sustento, pois aqueles cadastrados na Colônia Z-21, de São Fidélis, recebem um salário mínimo mensal durante o defeso.
Segundo os dados levantados em meio a pescadores artesanais, os peixes mais pescados são a curimba (Prochilodus lineatus), o cascudo (Hypostomus affinis), o dourado (Salminus maxillosus), o piau (Leporinus spp), o robalo (Centropomus parallelus) e a tainha (Mugil curema).
Fonte: Rima UHE Itaocara (http://licenciamento.ibama.gov.br/
Hidreletricas/Itaocara/ RIMA/2341%20RIMA.pdf)

O Estudo de Impacto Ambiental da Usina Hidrelétrica de Itaocara, além de produzir o gráfico acima, também apontou que as características da ocupação antrópica e de industrialização da região vêm contribuindo para a ameaça à diversidade da ictiofauna.
Afora isso, observa-se que o aparecimento de espécies exóticas:
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O Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, elaborado pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Inpe, descreve a distribuição e monitora as alterações da cobertura vegetal, produzindo informações atualizadas sobre os municípios. No período 2013/2014, a cobertura de mata atlântica abrangia apenas 3% do território de Itaocara. Segundo lista disponibilizada pelo IBAMA no mesmo período, espécies ameaçadas de extinção são encontradas nesses fragmentos de mata.
Destacam-se:
- Vegetação: cedro (Cedrela fissilis), cerejeira (Amburana cearensis), imbirema (Couratari asterotricha), pau-marfim (Balfourodrendon riedelianum).
- Aves: 36, dentre as quais, maracanã-verdadeira (Primolius mara cana), ameaçada pela comercialização, e o picapau-douradoescuro (Piculus chrysochloros).
- Mamíferos: tamanduás Myrmecophaga tridactyla e Tamandua tetradactyla; tatus Cabassous sp. e Dasypus septemcinctus; lontra (Lontra longicaudis); irara (Eira Barbara); lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), gato do mato (Felis tigrinus); morcegos (Chiroderma dioriae e Platyrrhinus recifinus), macaco prego (Cebus nigritus) e paca (Cuniculuis paca).
- Anfíbios: Ischnocnema OEA e Scinax trapicheiroi.
- Répteis: cágado (Mesoclemmys hogeie) e jacaré de papo amarelo (Caiman latirostri).
Apesar de a extinção ser um processo natural, a fragmentação, exploração e degradação do ambiente pelo homem interfere de forma a acentuar e aumentar a velocidade desse processo.
O texto refere-se ao bioma Mata Atlântica, que tem como principais características:
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O Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, elaborado pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Inpe, descreve a distribuição e monitora as alterações da cobertura vegetal, produzindo informações atualizadas sobre os municípios. No período 2013/2014, a cobertura de mata atlântica abrangia apenas 3% do território de Itaocara. Segundo lista disponibilizada pelo IBAMA no mesmo período, espécies ameaçadas de extinção são encontradas nesses fragmentos de mata.
Destacam-se:
- Vegetação: cedro (Cedrela fissilis), cerejeira (Amburana cearensis), imbirema (Couratari asterotricha), pau-marfim (Balfourodrendon riedelianum).
- Aves: 36, dentre as quais, maracanã-verdadeira (Primolius mara cana), ameaçada pela comercialização, e o picapau-douradoescuro (Piculus chrysochloros).
- Mamíferos: tamanduás Myrmecophaga tridactyla e Tamandua tetradactyla; tatus Cabassous sp. e Dasypus septemcinctus; lontra (Lontra longicaudis); irara (Eira Barbara); lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), gato do mato (Felis tigrinus); morcegos (Chiroderma dioriae e Platyrrhinus recifinus), macaco prego (Cebus nigritus) e paca (Cuniculuis paca).
- Anfíbios: Ischnocnema OEA e Scinax trapicheiroi.
- Répteis: cágado (Mesoclemmys hogeie) e jacaré de papo amarelo (Caiman latirostri).
Apesar de a extinção ser um processo natural, a fragmentação, exploração e degradação do ambiente pelo homem interfere de forma a acentuar e aumentar a velocidade desse processo.
Dentre as espécies listadas no texto destacam-se os morcegos. Eles representam um quarto de todas as espécies de mamíferos do mundo e sua dieta é a mais variada, pois podem comer frutos, sementes, folhas, néctar, pólen, artrópodes, pequenos vertebrados, peixes e sangue. Ligados a inúmeras superstições ou mesmo lendas, os morcegos muitas vezes despertam reações aversivas nas pessoas.
As duas formas de interação entre morcegos e plantas são:
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O Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, elaborado pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Inpe, descreve a distribuição e monitora as alterações da cobertura vegetal, produzindo informações atualizadas sobre os municípios. No período 2013/2014, a cobertura de mata atlântica abrangia apenas 3% do território de Itaocara. Segundo lista disponibilizada pelo IBAMA no mesmo período, espécies ameaçadas de extinção são encontradas nesses fragmentos de mata.
Destacam-se:
- Vegetação: cedro (Cedrela fissilis), cerejeira (Amburana cearensis), imbirema (Couratari asterotricha), pau-marfim (Balfourodrendon riedelianum).
- Aves: 36, dentre as quais, maracanã-verdadeira (Primolius mara cana), ameaçada pela comercialização, e o picapau-douradoescuro (Piculus chrysochloros).
- Mamíferos: tamanduás Myrmecophaga tridactyla e Tamandua tetradactyla; tatus Cabassous sp. e Dasypus septemcinctus; lontra (Lontra longicaudis); irara (Eira Barbara); lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), gato do mato (Felis tigrinus); morcegos (Chiroderma dioriae e Platyrrhinus recifinus), macaco prego (Cebus nigritus) e paca (Cuniculuis paca).
- Anfíbios: Ischnocnema OEA e Scinax trapicheiroi.
- Répteis: cágado (Mesoclemmys hogeie) e jacaré de papo amarelo (Caiman latirostri).
Apesar de a extinção ser um processo natural, a fragmentação, exploração e degradação do ambiente pelo homem interfere de forma a acentuar e aumentar a velocidade desse processo.
A principal consequência ambiental do aumento do número de espécies ameaçadas de extinção é:
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Leia o trecho do artigo “As marcas da história da região Norte Fluminense”.
Nas margens do Paraíba do Sul é possível encontrar vestígios que remontam ao ciclo do café. No século XIX, a floresta foi substituída pelo cultivo do café, desde então cidades e pequenos vilarejos foram se multiplicando ao redor das estações ferroviárias criadas para o escoamento da produção agrícola. Hoje, o café deu lugar à pecuária leiteira e ao plantio e produção de arroz, tomate, capim, milho e cana-de-açúcar, que somados representam mais de 90% do setor econômico do município. Assim, observa-se na região uma conjugação do tipo de relevo com a prática de cultivo e pecuária sem que haja um planejamento técnico adequado, o que contribui para a perda de matéria orgânica e de nutrientes do solo e para a redução na capacidade de infiltração da água, favorecendo o empobrecimento do solo e o aparecimento de processos erosivos.
Fonte:http://aemerj.org.br/images/pdf/PMMA/Municipio%
20de%20Itaocara.pdf - acesso em 28/03/2018
Desde a exploração cafeeira, a terra foi sendo esfalfada.
Nesse sentido, pode-se afirmar em relação ao café, que se trata de uma planta:
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