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3436552 Ano: 2024
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FGV
Orgão: Pref. Caraguatatuba-SP
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A teoria da inovação induzida foi estudada por Hayami & Ruttan (1985). Buscava-se evidenciar a direção das mudanças tecnológicas, no intuito de especificar algumas trajetórias de viés. A inovação era resultado de um processo de sinalização dos preços relativos dos fatores. Contudo, a substituição técnica entre os insumos produtivos seria muito mais complexa do que uma simples alternância dos preços relativos. Com base nessa teoria, preencha os espaços corretamente da seguinte afirmativa:
“Com o aumento do custo relativo _______, tem-se a indução da inovação _______, que poupa o fator _______, usando menos terra e mais _______”.
As lacunas ficam corretamente preenchidas, respectivamente, por:
 

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3436551 Ano: 2024
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FGV
Orgão: Pref. Caraguatatuba-SP
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Figura 2 – Curva ou fronteira de possibilidade de produção

Enunciado 3940406-1

Entende-se que “y” seja a quantidade produzida e que “x” a quantidade de insumos adotada.

Conforme a Figura 2, que apresenta uma curva ou fronteira de possibilidade de produção, assinale a afirmativa correta.

 

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3436550 Ano: 2024
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FGV
Orgão: Pref. Caraguatatuba-SP
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Givanildo, jogador de futebol do melhor time da cidade, ao se aposentar, decidiu investir no agronegócio. Para iniciar a sua nova profissão de agricultor lá na Grande Gerais, procurou o Sr. Leôncio, professor de agronomia da Universidade do Grão, para aprender a mensurar o custo, a renda líquida, a taxa de retorno, e a incidência de impostos de sua produção de milho. No diálogo, Givanildo e o professor Leôncio, de maneira coloquial, procuravam entender e explicar, respectivamente, a importância de se estimar o custo produtivo e outros indicadores econômicos.


Givanildo - Calcular o custo de produção faz a gente ganhar inheiro?

Professor Leôncio - É claro que sim. Se o quilo de milho produzido for mais caro do que o preço de venda, o senhor trabalhou duro e perdeu dinheiro. É como dominar uma partida de futebol, ter maior posse de bola e perder para o adversário por um a zero. Caso contrário, se o custo for muito menor do que o preço, seu time vencerá de goleada.

Givanildo - Tudo bem, professor, o cálculo serve, então, para me dizer se fiquei feliz ou triste, ou mesmo se minha equipe ganhou ou perdeu?

Professor Leôncio - Calma, Givanildo. É muito mais ampla a compreensão disso. Se souberes mensurar de forma adequada os custos produtivos, é possível saber, se na próxima safra, iremos manter, cortar ou mesmo investir no plantio seguinte. Podemos, inclusive, vender a produção e sair do mercado. Teremos informações para tomada de decisão no campeonato do ano que vem.

Givanildo - Isso está muito genérico, é mais fácil jogar futebol. Seria possível me explicar com os números anotados em minha caderneta?

Professor Leôncio – Com certeza, acho que nada melhor do que observarmos os dados reais de produção, custos e rendimentos. Conforme a conversa evoluía, o professor Leôncio produziu a Tabela 2 com os seguintes dados econômicos. Ademais, anotou que: Givanildo era o proprietário da terra e das benfeitorias, produzindo milho em uma lavoura de 100 hectares; sua atividade era toda mecanizada, com máquinas e equipamentos alugados de terceiros no valor de R$ 30.000 (entre depreciação, operação e aluguel); a mão de obra empregada era exclusivamente familiar; o rendimento do cultivo estava em 120 sacas por hectare; e o preço de venda ficou em R$ 20 por saca. Para produzir e pagar todos os dispêndios, Givanildo pegou um empréstimo bancário de R$ 180.000, com juros anuais de 6%.

Enunciado 3940405-1

Fonte: diálogo e exemplo adaptados de Alves, E. Custo de produção: um diálogo esclarecedor. Balde branco. São Paulo: [s.e.], 2005. pp.52-56.

O professor Leôncio procurou então explicar a Givanildo a questão dos impostos. Segundo a aula ministrada ao exfutebolista e novato agricultor, o modelo de produção se assemelhava a uma final de campeonato. O empreendedor (ou técnico) põe aí os insumos (ou jogadores), organiza-os, e saem os produtos (os gols). Era preciso compreender se os impostos estavam ou não inclusos nos preços. Um imposto que não incida sobre um insumo não pode ser computado como gasto.
Os impostos abaixo são adicionados aos custos de produção ou dispêndios totais, estando dentro da partida de futebol, à exceção de um. Assinale-o.
 

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3436549 Ano: 2024
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FGV
Orgão: Pref. Caraguatatuba-SP
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Givanildo, jogador de futebol do melhor time da cidade, ao se aposentar, decidiu investir no agronegócio. Para iniciar a sua nova profissão de agricultor lá na Grande Gerais, procurou o Sr. Leôncio, professor de agronomia da Universidade do Grão, para aprender a mensurar o custo, a renda líquida, a taxa de retorno, e a incidência de impostos de sua produção de milho. No diálogo, Givanildo e o professor Leôncio, de maneira coloquial, procuravam entender e explicar, respectivamente, a importância de se estimar o custo produtivo e outros indicadores econômicos.


Givanildo - Calcular o custo de produção faz a gente ganhar inheiro?

Professor Leôncio - É claro que sim. Se o quilo de milho produzido for mais caro do que o preço de venda, o senhor trabalhou duro e perdeu dinheiro. É como dominar uma partida de futebol, ter maior posse de bola e perder para o adversário por um a zero. Caso contrário, se o custo for muito menor do que o preço, seu time vencerá de goleada.

Givanildo - Tudo bem, professor, o cálculo serve, então, para me dizer se fiquei feliz ou triste, ou mesmo se minha equipe ganhou ou perdeu?

Professor Leôncio - Calma, Givanildo. É muito mais ampla a compreensão disso. Se souberes mensurar de forma adequada os custos produtivos, é possível saber, se na próxima safra, iremos manter, cortar ou mesmo investir no plantio seguinte. Podemos, inclusive, vender a produção e sair do mercado. Teremos informações para tomada de decisão no campeonato do ano que vem.

Givanildo - Isso está muito genérico, é mais fácil jogar futebol. Seria possível me explicar com os números anotados em minha caderneta?

Professor Leôncio – Com certeza, acho que nada melhor do que observarmos os dados reais de produção, custos e rendimentos. Conforme a conversa evoluía, o professor Leôncio produziu a Tabela 2 com os seguintes dados econômicos. Ademais, anotou que: Givanildo era o proprietário da terra e das benfeitorias, produzindo milho em uma lavoura de 100 hectares; sua atividade era toda mecanizada, com máquinas e equipamentos alugados de terceiros no valor de R$ 30.000 (entre depreciação, operação e aluguel); a mão de obra empregada era exclusivamente familiar; o rendimento do cultivo estava em 120 sacas por hectare; e o preço de venda ficou em R$ 20 por saca. Para produzir e pagar todos os dispêndios, Givanildo pegou um empréstimo bancário de R$ 180.000, com juros anuais de 6%.

Enunciado 3940404-1

Fonte: diálogo e exemplo adaptados de Alves, E. Custo de produção: um diálogo esclarecedor. Balde branco. São Paulo: [s.e.], 2005. pp.52-56.

Se Givanildo investiu X Reais na produção e teve um retorno de Y Reais, a taxa de retorno seria dada pela divisão de Y sobre X, multiplicando-se o resultado por 100 para se obter o valor final em termos percentuais. É como mensurar o número de vitórias com o investimento feito na compra de novos jogadores para um campeonato específico. Num período de setembro a junho, portanto, dez meses, época que compreende plantio e colheita do milho na região da fazenda do craque Givanildo, o professor Leôncio calculou a taxa de retorno da produção, que correu muito risco, diga-se de passagem.

Com base nas informações anteriores, a taxa de retorno encontrada, em termos percentuais, foi de
 

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3436548 Ano: 2024
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FGV
Orgão: Pref. Caraguatatuba-SP
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Givanildo, jogador de futebol do melhor time da cidade, ao se aposentar, decidiu investir no agronegócio. Para iniciar a sua nova profissão de agricultor lá na Grande Gerais, procurou o Sr. Leôncio, professor de agronomia da Universidade do Grão, para aprender a mensurar o custo, a renda líquida, a taxa de retorno, e a incidência de impostos de sua produção de milho. No diálogo, Givanildo e o professor Leôncio, de maneira coloquial, procuravam entender e explicar, respectivamente, a importância de se estimar o custo produtivo e outros indicadores econômicos.


Givanildo - Calcular o custo de produção faz a gente ganhar inheiro?

Professor Leôncio - É claro que sim. Se o quilo de milho produzido for mais caro do que o preço de venda, o senhor trabalhou duro e perdeu dinheiro. É como dominar uma partida de futebol, ter maior posse de bola e perder para o adversário por um a zero. Caso contrário, se o custo for muito menor do que o preço, seu time vencerá de goleada.

Givanildo - Tudo bem, professor, o cálculo serve, então, para me dizer se fiquei feliz ou triste, ou mesmo se minha equipe ganhou ou perdeu?

Professor Leôncio - Calma, Givanildo. É muito mais ampla a compreensão disso. Se souberes mensurar de forma adequada os custos produtivos, é possível saber, se na próxima safra, iremos manter, cortar ou mesmo investir no plantio seguinte. Podemos, inclusive, vender a produção e sair do mercado. Teremos informações para tomada de decisão no campeonato do ano que vem.

Givanildo - Isso está muito genérico, é mais fácil jogar futebol. Seria possível me explicar com os números anotados em minha caderneta?

Professor Leôncio – Com certeza, acho que nada melhor do que observarmos os dados reais de produção, custos e rendimentos. Conforme a conversa evoluía, o professor Leôncio produziu a Tabela 2 com os seguintes dados econômicos. Ademais, anotou que: Givanildo era o proprietário da terra e das benfeitorias, produzindo milho em uma lavoura de 100 hectares; sua atividade era toda mecanizada, com máquinas e equipamentos alugados de terceiros no valor de R$ 30.000 (entre depreciação, operação e aluguel); a mão de obra empregada era exclusivamente familiar; o rendimento do cultivo estava em 120 sacas por hectare; e o preço de venda ficou em R$ 20 por saca. Para produzir e pagar todos os dispêndios, Givanildo pegou um empréstimo bancário de R$ 180.000, com juros anuais de 6%.

Enunciado 3940403-1

Fonte: diálogo e exemplo adaptados de Alves, E. Custo de produção: um diálogo esclarecedor. Balde branco. São Paulo: [s.e.], 2005. pp.52-56.

Givanildo compreendeu, diante das explicações do professor Leôncio, que a renda líquida seria a sobra da diferença entre a receita e os dispêndios totais.
Com base nas informações da Tabela 2 e as anotações do professor, o valor da renda líquida da atividade econômica, sabendo que Givanildo empregava a própria família na atividade, foi de
 

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3436547 Ano: 2024
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FGV
Orgão: Pref. Caraguatatuba-SP
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Givanildo, jogador de futebol do melhor time da cidade, ao se aposentar, decidiu investir no agronegócio. Para iniciar a sua nova profissão de agricultor lá na Grande Gerais, procurou o Sr. Leôncio, professor de agronomia da Universidade do Grão, para aprender a mensurar o custo, a renda líquida, a taxa de retorno, e a incidência de impostos de sua produção de milho. No diálogo, Givanildo e o professor Leôncio, de maneira coloquial, procuravam entender e explicar, respectivamente, a importância de se estimar o custo produtivo e outros indicadores econômicos.


Givanildo - Calcular o custo de produção faz a gente ganhar inheiro?

Professor Leôncio - É claro que sim. Se o quilo de milho produzido for mais caro do que o preço de venda, o senhor trabalhou duro e perdeu dinheiro. É como dominar uma partida de futebol, ter maior posse de bola e perder para o adversário por um a zero. Caso contrário, se o custo for muito menor do que o preço, seu time vencerá de goleada.

Givanildo - Tudo bem, professor, o cálculo serve, então, para me dizer se fiquei feliz ou triste, ou mesmo se minha equipe ganhou ou perdeu?

Professor Leôncio - Calma, Givanildo. É muito mais ampla a compreensão disso. Se souberes mensurar de forma adequada os custos produtivos, é possível saber, se na próxima safra, iremos manter, cortar ou mesmo investir no plantio seguinte. Podemos, inclusive, vender a produção e sair do mercado. Teremos informações para tomada de decisão no campeonato do ano que vem.

Givanildo - Isso está muito genérico, é mais fácil jogar futebol. Seria possível me explicar com os números anotados em minha caderneta?

Professor Leôncio – Com certeza, acho que nada melhor do que observarmos os dados reais de produção, custos e rendimentos. Conforme a conversa evoluía, o professor Leôncio produziu a Tabela 2 com os seguintes dados econômicos. Ademais, anotou que: Givanildo era o proprietário da terra e das benfeitorias, produzindo milho em uma lavoura de 100 hectares; sua atividade era toda mecanizada, com máquinas e equipamentos alugados de terceiros no valor de R$ 30.000 (entre depreciação, operação e aluguel); a mão de obra empregada era exclusivamente familiar; o rendimento do cultivo estava em 120 sacas por hectare; e o preço de venda ficou em R$ 20 por saca. Para produzir e pagar todos os dispêndios, Givanildo pegou um empréstimo bancário de R$ 180.000, com juros anuais de 6%.

Enunciado 3940402-1

Fonte: diálogo e exemplo adaptados de Alves, E. Custo de produção: um diálogo esclarecedor. Balde branco. São Paulo: [s.e.], 2005. pp.52-56.

No intuito de descobrir o desempenho de Givanildo, com base nas informações, o custo monetário por saca produzida foi
 

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3436546 Ano: 2024
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FGV
Orgão: Pref. Caraguatatuba-SP
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A agricultura familiar, ou de menor porte produtivo, tem dinâmica e características distintas da agricultura não familiar (ou comercial). De acordo com o Censo Agropecuário de 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 77% dos estabelecimentos agropecuários no Brasil foram classificados como agricultura familiar.
Para eliminar problemas de imperfeições de mercado, os agricultores familiares se organizam em cooperativas, que são organizações coletivas de produtores que se unem para realizar atividades econômicas relacionadas aos seus negócios principais. As cooperativas buscam melhorar a produção, a comercialização e a distribuição dos produtos agrícolas, visando beneficiar os seus membros.
Assinale a opção que apresenta identifica corretamente as regiões com maior número de estabelecimentos agropecuários familiares e de estabelecimentos associados a uma cooperativa no Brasil.
 

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3436545 Ano: 2024
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FGV
Orgão: Pref. Caraguatatuba-SP
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A capacidade de troca de cátions (CTC) de um solo é medida em mmolc dm-3 (milimols de carga por decímetro cúbico de solo) do material seco.
Em solos com baixa CTC, que variam de 10 a 100, é comum encontrar as seguintes características, à exceção de uma.
Assinale-a.
 

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3436544 Ano: 2024
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FGV
Orgão: Pref. Caraguatatuba-SP
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A avaliação da fertilidade química dos solos é de utilidade para a definição das quantidades e tipos de fertilizantes, corretivos e manejo geral que devem ser aplicados ao solo, visando à manutenção ou à recuperação de sua produtividade.
Com base no conhecimento de fertilidade e manejo adequado do solo, assinale (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.

( ) A acidez superficial dos solos, caracterizada pelo excesso de íons H+ e Al3+ na sua composição, concomitante pelos baixos teores de Ca2+, afeta o desenvolvimento radicular, a absorção dos nutrientes e o crescimento das plantas, refletindo diretamente em uma menor produtividade.
( ) Se a maior parte da capacidade de troca de cátions (CTC) do solo estiver ocupada por cátions como Ca2+, Mg2+ e K+ , podese dizer que esse é um solo bom para a nutrição das plantas.
( ) No geral, comparativamente aos solos cultivados sob condições tropicais, os solos cultivados em condições temperadas são mais profundos, com elevada CTC (Ca, Mg, K, Na), com grande capacidade de imobilizar P, maior capacidade de trocar ânions SO42- , PO42- , NO3- e CI- , bem como menos ácido.

As afirmativas são, respectivamente,
 

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3436543 Ano: 2024
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FGV
Orgão: Pref. Caraguatatuba-SP
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O solo do Cerrado está entre os solos mais antigos do mundo e os seus nutrientes foram lixiviados ao longo dos anos, levando-o a um estado de exaustão. O Cerrado apresenta normalmente alta acidez e toxidade. Essa característica, notadamente no Planalto Central do Brasil, é responsável pela baixa performance de cultivos economicamente importantes, causando inibição do crescimento da raiz das plantas. No intuito de corrigir esse problema, a técnica de calagem agrícola prepara o solo para torna-lo mais produtivo.
Assinale a afirmativa correta em relação à introdução de calcário neste tipo de solo.
 

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