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A respeito da avaliação de pequenas barragens, julgue os itens seguintes.
Para a avaliação da superfície da bacia hidrográfica de drenagem, deve-se definir o local (eixo) da barragem, determinar a linha de contorno da bacia de drenagem e calcular a sua superfície; para áreas com menos de 5 km 2 , devem ser utilizadas fotografias aéreas ou mapas precisos (escala 1:500.000 ou 1:250.000); para áreas entre 5 e 25 km 2 , utilizam-se mapas ou fotografias; para áreas com mais de 25 km 2 , podem ser usados mapas topográficos na escala de 1:1.000.000, cuja precisão é suficiente, em todos os casos.
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Para que um projeto de irrigação possa ser aceito, em qualquer mês ou ano de análise, é imprescindível que o benefício seja maior do que o custo. Essa comparação é obtida por meio da taxa interna de retorno, da relação custo/benefício e do valor presente líquido.
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Os custos referentes às infra-estruturas coletivas, tais como os de construção e os de operação, manutenção, reposição e energia, são identificados e contabilizados por meio dos estudos de planejamento de engenharia.
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A análise econômica deve medir os efeitos do projeto de irrigação na economia nacional, ao longo do tempo. Para isso, essa análise é feita usando-se valores ou preços econômicos. Os preços econômicos podem ser iguais aos preços do mercado ou, no caso de itens que apresentem estimativa de valores econômicos inadequada, devem ser calculados preços-sombra.
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As estimativas de custos das barragens limitam-se aos seguintes aspectos: maciço; fundações; vertedouro; estruturas de tomada de água; e desmatamento, limpeza e relocações (estradas, ferrovias, linhas de transmissão).
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Para uma análise de sensibilidade que tenha como objetivo testar o efeito da capacidade de rendimento de um projeto de irrigação, calcula-se, por exemplo, a razão benefício/custo e o valor presente líquido com os custos aumentados em 20%, ou os benefícios diminuídos em 20%.
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As demandas mensais de água de cada parcela são obtidas multiplicando-se o número de hectares de cada cultura pela respectiva necessidade de água para irrigação e pelo valor calculado da eficiência de aplicação.
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A precipitação atmosférica efetiva mensal, em estudos de pré-viabilidade, não precisa ser contabilizada no cálculo das demandas hídricas líquidas para irrigação parcelar; nos estudos de viabilidade, deve-se utilizar a precipitação média mensal estimada com dados de um pluviômetro representativo.
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A média anual de necessidade de água em projetos de irrigação por aspersão na região Nordeste do Brasil, para o plantio de culturas anuais, oscila entre 35 mil e 40 mil metros cúbicos por hectare.
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Quando não houver dados fluviométricos do mesmo local ou em posto próximo, observados por período pelo menos igual ao necessário para os estudos, será possível estender os dados do período observado, no posto de interesse, por meio de correlações com outros postos no mesmo rio, ou de rios próximos com características similares.
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