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Um paciente de 45 anos de idade compareceu ao consultório odontológico encaminhado para submeter-se a procedimento de múltiplas exodontias e regularização do rebordo alveolar. Durante a anamnese, informou ser portador de arritmia cardíaca tratada com marcapasso permanente, diabetes mellitus e hipertensão arterial (moderada) compensados. Relatou ainda o uso de anticoagulantes, anti-hipertensivos e hipoglicemiantes orais, com boa rotina de administração. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 62 bpm, a frequência respiratória era de 16 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 95%.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O uso de marcapasso permanente geralmente contraindica a realização de cirurgias do porte da solicitada e existem evidências que demonstram a necessidade de profilaxia antibiótica nesses pacientes.
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Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.
Considerando as características clínicas do caso clínico anterior, supondo que a paciente deseje usar implantes osseointegráveis para a reabilitação da área pós-exodontia, julgue os itens a seguir.
Um protocolo farmacológico possível para grandes reconstruções com osso autógeno na cavidade bucal consiste na administração de 8 mg de dexametasona, uma hora antes da cirurgia, e duas doses adicionais de 4 mg/dia.
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Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.
Considerando as características clínicas do caso clínico anterior, supondo que a paciente deseje usar implantes osseointegráveis para a reabilitação da área pós-exodontia, julgue os itens a seguir.
O padrão de reabsorção óssea existente no caso em tela é o tipo VIII, que ocorre em região posterior de maxila e apresenta predominantemente padrões verticais, oriundos de falta de estímulo da área edêntula e da pressão negativa vinda do seio maxilar, durante a respiração.
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Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.
Considerando as características clínicas do caso clínico anterior, supondo que a paciente deseje usar implantes osseointegráveis para a reabilitação da área pós-exodontia, julgue os itens a seguir.
Procedimentos de enxerto transantral podem ser realizados em um ambiente ambulatorial, utilizando-se de osso autógeno, osso alogênico ou substitutos ósseos, e o sucesso é similar para todos esses materiais. Entretanto, os enxertos autógenos são a modalidade mais previsível para as reconstruções do rebordo alveolar.
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Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.
Considerando as características clínicas do caso clínico anterior, supondo que a paciente deseje usar implantes osseointegráveis para a reabilitação da área pós-exodontia, julgue os itens a seguir.
A reabilitação com implantes poderá ocorrer simultaneamente com o enxerto transantral, caso esse seja necessário, já que há adequado osso nativo para a estabilidade inicial dos implantes.
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Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.
Considerando as características clínicas do caso clínico anterior, supondo que a paciente deseje usar implantes osseointegráveis para a reabilitação da área pós-exodontia, julgue os itens a seguir.
O enxerto transantral não é necessário, uma vez que a distância entre o assoalho do seio e o rebordo alveolar é de 3 mm, possibilitando a estabilidade primária e a osseointegração.
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Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Em casos de superdosagem por anestésicos locais, como a maioria desses eventos são autolimitantes, apenas raramente são necessários outros fármacos além do oxigênio para controle da ocorrência.
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Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Se acontecer osteíte alveolar pós-operatória, o tratamento consistirá na curetagem vigorosa do alvéolo, no preenchimento por um novo coágulo e em nova sutura.
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Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Caso ocorra um episódio de sangramento secundário (pós-operatório) que necessite de tratamento no ambulatório (retorno do paciente), o cirurgião-dentista deverá realizar a anestesia infiltrativa na área para obter uma vasoconstrição e conseguir manipular a ferida cirúrgica adequadamente.
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Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A presença de seio maxilar muito pneumatizado, a existência de pouco osso entre as raízes e o seio maxilar e raízes amplamente divergentes são as principais causas de comunicações bucossinusais após exodontias.
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