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Para responder às questões 35 e 36, considere o conteúdo apresentado na publicação intitulada Enfermagem em terapia intensiva: práticas baseadas em evidências (Viana e Ramalho, 2021)
Ao prestar assistência de enfermagem à mulher durante o trabalho de parto e o parto, o enfermeiro deve considerar as recomendações do Ministério da Saúde apresentadas na Diretriz Nacional de Assistência ao Parto Normal (2022), que incluem, entre outros itens,
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Para responder às questões 35 e 36, considere o conteúdo apresentado na publicação intitulada Enfermagem em terapia intensiva: práticas baseadas em evidências (Viana e Ramalho, 2021)
De acordo com a Nota Técnica Conjunta nº 251/2024, o Ministério da Saúde recomenda a suplementação de cálcio durante a gestação para _____, como medida de prevenção ________. Ao realizar a consulta de enfermagem de pré-natal, o enfermeiro deve prescrever o suplemento de cálcio (carbonato de cálcio) na dosagem equivalente a _________ mg de cálcio elementar por dia, a partir da _________ semana de gestação até o momento do parto. A gestante deve ser orientada sobre a importância de ingerir o suplemento de cálcio _______ .
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
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Para responder às questões 35 e 36, considere o conteúdo apresentado na publicação intitulada Enfermagem em terapia intensiva: práticas baseadas em evidências (Viana e Ramalho, 2021)
O índice de vulnerabilidade clínico-funcional (IVCF-20) é um instrumento de apoio ao acompanhamento de saúde da pessoa idosa, com caráter multidimensional, validado no Brasil, com uso reconhecido em serviços de atenção primária nas diversas regiões do país (Ministério da Saúde, 2024).
Em relação a esse instrumento é correto afirmar que
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Para responder às questões 31 e 32, considere o conteúdo apresentado na publicação intitulada Terapêutica oncológica para enfermeiros e farmacêuticos (Bonassa e cols., 2022).
Ao analisar o resultado do teste de tolerância a glicose oral de 1 hora (TTGO-1h) de uma usuária do serviço público de saúde com 50 anos de idade, sem queixas, mas com sobrepeso, o enfermeiro constatou o seguinte resultado: TTGO-1h = 150 mg/dL.
Frente a essa situação, de acordo com a Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes atual, o enfermeiro deve considerar que o resultado obtido
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Para responder às questões 31 e 32, considere o conteúdo apresentado na publicação intitulada Terapêutica oncológica para enfermeiros e farmacêuticos (Bonassa e cols., 2022).
A Nota Técnica GVIMS/GGTES/DIRE3/Anvisa nº 04/2022, que dispõe sobre práticas seguras para a prevenção de incidentes envolvendo cateter intravenoso periférico (CIVP) em serviços de saúde, recomenda que, em pacientes adultos, desde que não sejam observadas intercorrências, o CIVP não seja trocado em um período inferior a
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Para responder às questões 31 e 32, considere o conteúdo apresentado na publicação intitulada Terapêutica oncológica para enfermeiros e farmacêuticos (Bonassa e cols., 2022).
No que diz respeito ao uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) durante o preparo de fármacos citostáticos, o enfermeiro deve usar
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Para responder às questões 31 e 32, considere o conteúdo apresentado na publicação intitulada Terapêutica oncológica para enfermeiros e farmacêuticos (Bonassa e cols., 2022).
P.C., 48 anos de idade, sexo feminino, iniciou a radioterapia, aplicada pelo método de teleterapia, como tratamento de câncer na face anterior da coxa direita. Na segunda semana, ao realizar a consulta de enfermagem, o enfermeiro constatou a presença de um leve eritema no campo de tratamento. Considerando tratar-se de reação local à radioterapia, entre outras ações, o enfermeiro deve orientar a paciente a
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Para responder às questões 29 e 30, considere o conteúdo apresentado na publicação intitulada Diretrizes de Práticas em Enfermagem Cirúrgica e Processamento de Produtos para a Saúde – SOBECC (2021).
No período perioperatório, as intervenções de enfermagem em pacientes submetidos à profilaxia mecânica de trombose venosa profunda (TVP) compreendem, entre outras ações,
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Capitão CFO enfermeiro, designado para atuar na Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) de um hospital militar de grande porte, tem como uma de suas atribuições realizar a vigilância das infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS), conforme os critérios diagnósticos definidos pela Anvisa (2025). Para tal, recebeu as seguintes informações a respeito de pacientes que apresentaram sinais de infecção na semana anterior:
Paciente 1
| 10/07/2025 | Paciente com 50 anos de idade, sexo feminino, é internada com diagnóstico de crise hipertensiva descompensada. Sem queixas ou sinais de infecção. |
| 11/07/2025 | Apresenta queixa de dor ao urinar. Temperatura axilar = 38,6 ºC. Realizada a coleta de amostra de urina para realização de exames: urina tipo 1 e urocultura. |
| 13/07/2025 | Resultado de urocultura: Escherichia coli > 105 UFC*/mL. |
*Unidades de Formação de Colônia
Paciente 2
| 10/06/2025 | Paciente com 32 anos de idade, sexo masculino, é internado com diagnóstico de crise asmática. |
| 11/06/2025 | Transferido para a unidade de terapia intensiva. Foi intubado e iniciada a ventilação mecânica. |
| 12/06/2025 | Intubado, em uso de ventilação mecânica. |
| 13/06/2025 | Intubado, em uso de ventilação mecânica. |
| 14/06/2025 | Temperatura axilar = 38,8 ºC. Raio-X de tórax apresentando imagem compatível com pneumonia. |
Paciente 3
| 10/06/2025 | Paciente com 65 anos de idade, sexo masculino, em uso de cateter vesical de demora há vários dias, procedente do domicílio, é internado com diagnóstico de acidente vascular encefálico. |
| 11/06/2025 | Paciente estável, em uso de cateter vesical de demora. |
| 12/06/2025 | Paciente estável, em uso de cateter vesical de demora. |
| 13/06/2025 | Paciente estável, em uso de cateter vesical de demora. |
| 14/06/2025 | Paciente estável, em uso de cateter vesical de demora. |
| 15/06/2025 | Retirado o cateter vesical de demora. |
| 16/06/2025 | Temperatura axilar = 38,9 ºC. Coletada amostra de urina para urocultura. |
| 18/06/2025 | Urocultura: Escherichia coli > 105 UFC/mL. |
Frente a essa situação, o enfermeiro deve considerar que os dados
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- Programa Nacional de Segurança do PacienteProtocolos Básicos de Segurança do PacientePrevenção de quedas
Em uma instituição, o cálculo do indicador “Incidência de queda de paciente na internação” (todas as áreas de internação) é de responsabilidade da enfermagem, que, para realizá-lo, dispõe de uma planilha contendo os seguintes dados relacionados ao deslocamento não intencional do corpo para um nível inferior à posição inicial, provocado por circunstâncias multifatoriais:
I. Nº de pacientes encontrados no chão, sem dano
II. Nº de pacientes encontrados no chão, com dano
III. Nº de pacientes que, apesar do amparo durante o deslocamento, chegaram ao chão
IV. Nº de pacientes cujo amparo durante o deslocamento evitou que chegassem ao chão
Para o cálculo do indicador, é utilizada a fórmula proposta no Manual de Indicadores de Enfermagem (NAGEH) que consiste em:
Incidência de queda de paciente na internação = \( \dfrac{Número\ de\ quedas}{Número\ de\ pacientes-dia}X\ 1.000 \)
(quedas por 1.000 pacientes-dia)
Considerando esse cálculo, para a construção do numerador, o enfermeiro deverá utilizar os dados constantes da planilha apresentados em
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