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O manuseio de equipamentos e materiais, em laboratórios, sempre apresenta riscos, entretanto esses riscos podem ser minimizados, quando se trabalha com cuidado e responsabilidade. Dentro desse contexto, a biossegurança traz normas e recomendações que orientam nos cuidados no ambiente laboratorial, dentre eles os procedimentos usuais de desinfecção. Dentro dessa perspectiva, é verdadeiro revelar-se que
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Texto 2
Um país de analfabetos científicos (Camila Guimarães)
A maioria da população brasileira não domina a linguagem científica necessária para lidar com situações cotidianas, tais como ler resultados de exames de sangue, calcular se o tanque tem gasolina suficiente para uma viagem, compreender o impacto de ações no meio ambiente ou entender a cobrança da conta de luz.
Essa é a conclusão da primeira pesquisa nacional que mede o índice de letramento científico (ILC) do brasileiro, feita pelo Instituto Abramundo, em parceria com o Instituto Paulo Montenegro, do Grupo IBOPE, e a ONG Ação Educativa.
Quase 65% da população metropolitana entre 14 e 50 anos, com mais de quatro anos de estudos, têm um ILC, no máximo, rudimentar. Pouco menos de um terço (31%) consegue entender textos com um grau um pouco maior de dificuldade, como interpretar a tabela de nutrientes em rótulos de produtos e especificações técnicas de produtos eletroeletrônicos. A maioria absoluta, 79%, além de não conseguir entender os termos científicos que lê, é incapaz de aplicar esse conhecimento a situações cotidianas, como ler um manual de instrução para usar um aparelho doméstico.
Entre os que fazem ou fizeram curso superior, apenas 11% podem ser considerados proficientes. Há uma parcela significativa, de 37%, que não passa do nível rudimentar. Entre os que estudaram até o ensino médio, a situação é ainda mais crítica: apenas 1% é proficiente e mais da metade (52%) tem domínio rudimentar.
"Nós já esperávamos um resultado ruim, mas o que veio foi péssimo”, afirma Ricardo Uzal, presidente do Abramundo. “Nós sabemos o quanto a ausência do domínio científico impede o exercício da cidadania. Quem tem esse domínio se coloca de forma diferente diante de problemas do dia a dia, sabe questionar, propor soluções, testar alternativas”. Uzal diz ainda que a pesquisa mostra que faltam políticas públicas adequadas, para melhorar o ensino de ciências nas escolas. Os resultados da pesquisa da Abramundo evidenciam ainda a falta de habilidade matemática aplicada ao dia a dia. “A Matemática serve como base para todas as outras ciências”, afirma Uzal.
Para os organizadores da pesquisa do ILC, o resultado mostra a urgência de se criar políticas públicas de educação, para melhorar a eficiência do ensino da disciplina no ensino fundamental e médio.
Disponível em:< http://epoca.globo.com/vida/noticia/2014/09/um-pais-de-banalfabetos-cientificosb.html>. Acesso em: 2 nov. 2016. Adaptado.
Para persuadir o leitor a aceitar o que lhe foi comunicado no texto, a autora
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A coloração de material biológico permite a identificação dos elementos teciduais. Uma das técnicas mais usadas, para coloração, reúne os corantes hematoxilina (H) e eosina (E), que coram diferentes componentes celulares. Com base nesta informação, os componentes corados pela H-E, respectivamente, são
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Para estudos da mitose em células vegetais, ocorrem algumas etapas até a confecção final do material para observação. Dentre eles, está a fixação, que é uma etapa extremamente crítica para a obtenção de bons resultados. O fixador deixa o material mais resistente e aumenta a afinidade pelo corante. É a substância utilizada para fixação:
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Texto 1
A dieta ideal
Sempre estive dividido entre a volúpia de comer bem e a necessidade de me alimentar com saúde. A gula venceu boa parte das batalhas. Nunca hesitei entre um camarão ao alho e óleo e um chuchu refogado. Mas a idade aumenta e o desejo de cuidar da saúde cresce. Aboli a carne de porco há anos, depois de ter lido que era a mais prejudicial. Se algum cientista dizia, devia estar certo. Abandonei os torresminhos, as linguiças, os pernis! Em minha recente viagem ao Japão, soube que pesquisadores do mundo todo estão estudando a dieta de Okinawa. É o lugar onde mais se vive no mundo. Há gente com mais de 100 anos, andando de bicicleta na rua. O que eles comem rotineiramente? Carne de porco! Quase chorei de tristeza pelo tempo perdido! Lamentei-me por todos os lombos assados que desdenhei! E os ovos? Garantiam que a gema era um veneno para o colesterol. Eu adoro ovo. Mas passei a evitar. Com a maior cara de pau, o mundo científico, há algum tempo, anunciou o contrário: ovo faz bem! Quem me devolve as omeletes não comidas?
Durante algum tempo, para melhorar o colesterol, eu tomava “água de berinjela”. Deixa-se a berinjela na água durante a noite e bebe-se em jejum. Não há maneira mais horrenda de começar o dia. No exame seguinte, meu colesterol continuava igual. Óbvio, o culpado era eu:
— Você deve ter exagerado em outras coisas. Se não fosse a berinjela, teria piorado! — acusou-me o médico alternativo.
(...)
E a história dos radicais livres? Partem do pressuposto de que cada célula é uma “fábrica”, cujo funcionamento deixa resíduos. É preciso eliminá-los com uma boa alimentação. A tese é ótima. A vilã sempre é a carne vermelha. Aconselha-se a substituição pela soja! Assim, tentei viver à base de carne de soja! Era tão gostosa como mastigar isopor! Também incorporei leite de soja. (...) Depois soube que o cálcio do leite animal é importante para os ossos! Em quem acredito?
A última moda em alimentação é a quinoa. Provém dos Andes e é considerada completa em termos nutricionais. Tem sabor de nada. Achava impossível algo ter sabor de coisa nenhuma, mas é o caso da quinoa. Dia desses, estava com um amigo em uma lanchonete. Ele vive de regime. Viu no menu: sanduíche de quinoa. Aconselhei:
— É um alimento maravilhoso que não engorda.
Agi com boa intenção. Talvez ele gostasse. Veio um hambúrguer de quinoa frita. Duas desvantagens de uma vez: engordava por causa da fritura e só tinha gosto do óleo em que mergulhara! Quase perdi o amigo!
Tudo o que é delicioso parece fazer mal: batatas fritas, hambúrgueres, refrigerantes, hot-dogs, bacon e, claro, qualquer delícia feita de açúcar!
Penso na minha avó, que cozinhava com banha de porco e quase chegou aos 90. E em outras velhas que conheci. Talvez o povo do passado soubesse algo sobre alimentação que o tempo esqueceu. No mínimo, eles não viviam estressados com tantas dietas e informações. Sentiam-se felizes por desfrutar a comida. Dietas são boas. Mas acredito que o principal ingrediente para a boa saúde é a paz de espírito.
CARRASCO, Walcyr. Revista Veja. São Paulo, 5maio 2010.
A figura de linguagem em destaque no trecho “(...) a gema era um veneno para o colesterol” é a
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A dieta ideal
Sempre estive dividido entre a volúpia de comer bem e a necessidade de me alimentar com saúde. A gula venceu boa parte das batalhas. Nunca hesitei entre um camarão ao alho e óleo e um chuchu refogado. Mas a idade aumenta e o desejo de cuidar da saúde cresce. Aboli a carne de porco há anos, depois de ter lido que era a mais prejudicial. Se algum cientista dizia, devia estar certo. Abandonei os torresminhos, as linguiças, os pernis! Em minha recente viagem ao Japão, soube que pesquisadores do mundo todo estão estudando a dieta de Okinawa. É o lugar onde mais se vive no mundo. Há gente com mais de 100 anos, andando de bicicleta na rua. O que eles comem rotineiramente? Carne de porco! Quase chorei de tristeza pelo tempo perdido! Lamentei-me por todos os lombos assados que desdenhei! E os ovos? Garantiam que a gema era um veneno para o colesterol. Eu adoro ovo. Mas passei a evitar. Com a maior cara de pau, o mundo científico, há algum tempo, anunciou o contrário: ovo faz bem! Quem me devolve as omeletes não comidas?
Durante algum tempo, para melhorar o colesterol, eu tomava “água de berinjela”. Deixa-se a berinjela na água durante a noite e bebe-se em jejum. Não há maneira mais horrenda de começar o dia. No exame seguinte, meu colesterol continuava igual. Óbvio, o culpado era eu:
— Você deve ter exagerado em outras coisas. Se não fosse a berinjela, teria piorado! — acusou-me o médico alternativo.
(...)
E a história dos radicais livres? Partem do pressuposto de que cada célula é uma “fábrica”, cujo funcionamento deixa resíduos. É preciso eliminá-los com uma boa alimentação. A tese é ótima. A vilã sempre é a carne vermelha. Aconselha-se a substituição pela soja! Assim, tentei viver à base de carne de soja! Era tão gostosa como mastigar isopor! Também incorporei leite de soja. (...) Depois soube que o cálcio do leite animal é importante para os ossos! Em quem acredito?
A última moda em alimentação é a quinoa. Provém dos Andes e é considerada completa em termos nutricionais. Tem sabor de nada. Achava impossível algo ter sabor de coisa nenhuma, mas é o caso da quinoa. Dia desses, estava com um amigo em uma lanchonete. Ele vive de regime. Viu no menu: sanduíche de quinoa. Aconselhei:
— É um alimento maravilhoso que não engorda.
Agi com boa intenção. Talvez ele gostasse. Veio um hambúrguer de quinoa frita. Duas desvantagens de uma vez: engordava por causa da fritura e só tinha gosto do óleo em que mergulhara! Quase perdi o amigo!
Tudo o que é delicioso parece fazer mal: batatas fritas, hambúrgueres, refrigerantes, hot-dogs, bacon e, claro, qualquer delícia feita de açúcar!
Penso na minha avó, que cozinhava com banha de porco e quase chegou aos 90. E em outras velhas que conheci. Talvez o povo do passado soubesse algo sobre alimentação que o tempo esqueceu. No mínimo, eles não viviam estressados com tantas dietas e informações. Sentiam-se felizes por desfrutar a comida. Dietas são boas. Mas acredito que o principal ingrediente para a boa saúde é a paz de espírito.
CARRASCO, Walcyr. Revista Veja. São Paulo, 5maio 2010.
Melhor expressa a ideia central do texto:
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O modelo atualmente aceito, para explicar a estrutura da membrana plasmática das células, foi proposto originalmente por Singer e Nicholson, na década de 70, e é denominado de modelo do mosaico fluido. Em relação a este modelo, não diz respeito à sua explicação:
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Os tecidos musculares esquelético, liso e cardíaco são formados por células que podem contrair e causar movimento. São os tecidos mais abundantes, que utilizam a maior parte da energia produzida pelo corpo. Com base nas características dos tecidos musculares, assinale V (verdadeira) ou F (falso) para cada uma das afirmações.
( ) O músculo esquelético conecta os ossos entre si e é responsável pelos movimentos corporais que constituem o comportamento.
( ) O músculo esquelético também é chamado de estriado devido ao arranjo regular dos filamentos de actina e de miosina.
( ) O músculo liso fornece força contrátil para a maioria dos órgãos internos, os quais estão sob o controle do sistema nervoso somático.
( ) O músculo liso é encontrado nos órgãos internos e não está sob controle voluntário.
( ) O músculo cardíaco forma a estrutura do coração.
A sequência correta é:
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Com relação ao descarte de materiais perfurocortantes, é incorreto dizer-se que
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São processos biológicos relacionados à conversão das ligações químicas de moléculas, em energia:
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